Navegue
por categorias

Rapel Urbano: aventura nas pontes da cidade

Cenários inusitados como viadutos, pontes e prédios têm atraído cada vez mais pessoas para a prática de rapel, esporte radical tradicionalmente praticado em cachoeiras, paredões e locais em meio à natureza. O rapel urbano, como hoje é conhecido entre os adeptos, ganhou fama nos viadutos Sumaré e Nove de Julho, em São Paulo, dois dos lugares mais procurados pelos aventureiros da cidade. Assim como a utilização de qualquer espaço público, a prática de rapel nos centros urbanos requer uma autorização da prefeitura, geralmente sob responsabilidade das equipes que promovem o esporte.

Praticante de rapel há seis anos e profissional há dois, Sergio Soares, 37, diz que uma das principais diferenças do rapel de cachoeira, pedreiras e montanhas para o rapel urbano são os pontos de ancoragem (fixação), que são em locais artificiais. “Nos cenários de cachoeiras e paredões, a ancoragem, na grande maioria das vezes, fica em pontos naturais como árvores, pedras e rochas. No rapel urbano, a ancoragem é feita geralmente em pilares e colunas”, explica Soares. Nos dois ambientes podem ser feitos o rapel negativo, modalidade em que o praticante fica pendurado somente pela corda, sem apoio para os pés, e o rapel positivo, no qual toda a descida é feita com os pés apoiados.

Um ponto indispensável para a prática do rapel urbano é a atenção ao equipamento básico de segurança. Para a descida, devem ser utilizadas cordas com núcleo trançado independente da capa, feitas com materiais muito resistentes como nylon ou poliéster. Também é necessária a cadeirinha, uma espécie de cinta que envolve as pernas e quadris. Um mosquetão prende o equipamento de descida à cadeirinha. O equipamento responsável pelo controle da descida é o freio 8, usado para torcer a corda, aumentando o atrito e reduzindo a velocidade da descida. Por fim, capacete, luvas e calçados antiaderentes completam os aparatos fundamentais para o rapel.

Se ao passear de carro pela cidade você avistar uma equipe descendo um viaduto ou prédio e bater a vontade de fazer também, saiba que não é preciso ter nenhum curso muito específico para praticar o rapel urbano esporadicamente. Basta procurar um instrutor qualificado e experiente para realizar a descida com conforto e, principalmente, segurança. "O esporte é livre, sem restrição e qualquer pessoa pode praticar”, afirma Soares, que também é um dos idealizadores da equipe #Trip88 Esportes Radicais. Ele alerta que jamais se deve praticar o rapel ou qualquer outro esporte radical sozinho. “É primordial fazer as análises de risco em qualquer ambiente, manter os equipamentos sempre vistoriados e com os certificados de aprovação em dia, manter uma via livre para um possível resgate também é importante, além de usar auto blocante, dispositivo que trava a descida em caso de qualquer emergência”, recomenda o profissional.

Vai lá

O viaduto da Av. Dr. Arnaldo, que fica sobre a Av. Paulo IV, ao lado do metrô Sumaré, é um dos locais mais procurados em São Paulo para fazer rapel. O viaduto tem aproximadamente 30 metros de altura e várias equipes promovem descidas no local, inclusive a #Trip88 Esportes Radicais. Na página da equipe no Facebook, é possível encontrar mais informações, fotos e eventos de rapel urbano. Em janeiro de 2017 a equipe vai promover rapel e pêndulo no edifício SBC Babylon Tower, em São Bernardo do Campo.

Local do Evento
SÃO PAULO EXPO
Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5
São Paulo, Brasil
COMERCIAL
+55 11 5067-1717 | 1770
comercial@adventurefair.com.br
INFORMAÇÕES, DÚVIDAS E SAC:
FALE CONOSCO
+55 11 5067-1717
+55 11 5067-1770
Atendimento: 09h às 20h
contato@adventurefair.com.br
Dúvidas:
COMPRA DE INGRESSO
SAC: Clique aqui
+55 (11) 4003-2051

Trade e Convidados
CREDENCIAMENTO
+55 (11) 2129-6323
credenciamento@credenciamentoweb.com.br