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Experimente a liberdade de saltar de paraquedas

Com o fim do ano chegando é hora de refazer a lista de resoluções. Que tal incluir a promessa de se entregar mais para experiências novas, sensações estonteantes e se aventurar no paraquedismo? Confira abaixo as dicas de Ricardo Pettená, professor e atleta profissional que atua no esporte há cinco décadas e se tornou um dos principais nomes.

Ricardo Pettená saltou pela primeira vez aos 13 anos, em 1971, e, para ele, o paraquedismo vai além de um esporte, ou, no seu caso, de uma profissão. “A partir dele, vivi inúmeras aventuras, fiz amigos, viajei e conheci muitos países”, diz. Hoje, aventureiros que se interessarem em sentir a sensação de queda livre pela primeira vez podem optar pelo salto duplo a partir dos 14 anos, desde que tenham autorização dos pais. Nesse tipo de salto, o aluno é acompanhado por um instrutor em um paraquedas desenhado para duas pessoas.

Já se a intenção é seguir adiante no esporte, a dica é optar pelo curso AFF (Accelerated Free Fall), praticado na maioria das escolas do mundo, que foi introduzido no Brasil em 1982 por Ricardo em parceria com seu irmão Marcos Pettená. Neste caso, o aluno, que deve ter, pelo menos, 16 anos, aprende um conteúdo teórico e segue para o salto individual, embora ainda acompanhado por dois instrutores. Depois de pelo menos 7 saltos com instrução, o aluno pode conquistar a categoria A, o que significa que adquire licença para saltar sem supervisão. Outra opção é o curso ASL (Accelerated Static Line), mais antigo, em que aluno salta preso a uma fita de ancoragem que fica na aeronave e abre o paraquedas automaticamente.

Independentemente do método escolhido, Ricardo aponta a importância do domínio do voo tradicional de barriga para baixo antes de experimentar novas modalidades. Segundo ele, “sem essa base inicial o paraquedista terá problemas mais pra frente na sua progressão”. E ainda sugere que o aluno experimente voar no túnel de vento após o curso teórico, antes de fazer o primeiro salto. “Isso vai proporcionar uma grande segurança e confiança”.

Para começar, é importante ter muita atenção na hora de escolher uma escola. Hoje em dia, há diversas espalhadas pelo país, mas sempre se deve escolher uma filiada à Confederação Brasileira de Paraquedismo, o que garante maior responsabilidade e profissionalismo. “A seleção da escola é uma decisão muito importante para quem quer começar. Não basta ser badalada e ter um Instagram bonito, o que importa é como ela se posiciona com relação à segurança e ao tratamento dispensado aos alunos.”, reforça Pettená. No Brasil, Boituva se destaca como um dos principais destinos dos paraquedistas, onde há uma grande concentração de escolas, embora haja algumas de qualidade em todo o País.

Vai lá:

https://www.cbpq.org.br/

 

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