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Destinos de aventura adaptados no Brasil

A Adventure Sports Fair teve um papel fundamental no crescimento do turismo de aventura adaptado no Brasil. Foi em sua edição de 2005 que as empresas, entidades e destinos começaram a se mobilizar e também a desenvolver normas técnicas e regulamentações que hoje incentivam e possibilitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou outras deficiências, como a visual.

O assunto é muito relevante, principalmente se considerarmos os dados do Censo de 2010, que já indicava que 23,9% da população brasileira tinham algum tipo de deficiência - visual, auditiva, motora, mental ou intelectual. Isso representa um universo de quase 46 milhões de brasileiros. “O turismo acessível tem crescido, mas ainda há muito o que fazer. A natureza é muito procurada. É preciso falar mais em acessibilidade e que o setor todo seja adequado”, afirma Ricardo Shimosakai, empresário especialista em turismo adaptado.

O primeiro destino nacional a se preparar adequadamente para o turismo inclusivo foi Socorro (SP), graças aos esforços do empresário José Fernandes Franco, que passou a oferecer diversas atividades para deficientes em seus dois hotéis. Entre elas, cavalgadas, tirolesa e até rafting.

Na época, a iniciativa foi possível graças a uma ação conjunta entre o Ministério do Turismo, a ONG Aventura Especial, os hotéis Campo dos Sonhos e Parque dos Sonhos, a agência Rios de Aventura, o Parque Monjolinho e a Prefeitura Municipal de Socorro. Estas entidades e empresas realizaram os estudos necessários para compor, o que é hoje, o cenário modelo para atender pessoas com deficiência. A ação contou com o apoio técnico de uma equipe multidisciplinar formada por ortopedista, fisioterapeuta, psicólogo e operadores de turismo de aventura.

A iniciativa rendeu a José Fernandes prêmios internacionais de turismo, sendo o mais importante deles concedido pela Organização Mundial do Turismo da ONU (UNWTO). “Muito fizemos, mas ainda não tudo. Sempre há algo para melhorar”, conta ele.

Marcelo Marino, Diretor da Adventure Sports Fair, diz: “A acessibilidade na aventura sempre foi e continua sendo um tema fundamental para nós. Tanto que na edição 2018 da feira contaremos com palestras e oficinas sobre o assunto, com a participação de importantes representantes do setor, como Juliana Tozzi, Ricardo Shimosakai e Bruno Favoretto.

Confira alguns destinos brasileiros e internacionais prontos para receber turistas com diferentes deficiências:

Socorro (SP)

É o destino de aventura com mais atividades e atrações adaptadas do Brasil, como rapel, tirolesa, cavalgada, rafting, bóia-cross e arvorismo. Além disso, a cidade conta com logradouros públicos e empreendimentos privados de turismo acessíveis. Todas as modalidades foram desenvolvidas em harmonia com a paisagem que a região serrana oferece, a começar pelas tirolesas, duas delas com extensão de aproximadamente 1 km, saindo de São Paulo e chegando em Minas Gerais, o que proporciona uma visão panorâmica exuberante da região entre montanhas e cachoeiras.

Chapada dos Guimarães (BA)

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, na Bahia, conta com um equipamento capaz de conduzir pessoas com dificuldade de locomoção por suas trilhas: uma cadeira de rodas criada especialmente para trilhas por regiões planas ou desniveladas. A iniciativa ganhou repercussão e deu origem ao Montanha para Todos, projeto do casal Guilherme Simões e Juliana Tozzi que promove a inclusão de pessoas com deficiência em atividades de lazer na natureza. A própria Juliana se encaixa neste perfil. Desde então, as cadeiras de rodas adaptadas – chamadas de Julietti, em homenagem a ela - têm sido doadas pelo casal a instituições filantrópicas e parques nacionais brasileiros.

Parque Nacional do Iguaçu (PR)

O local está preparado com rampas, elevadores e até um bondinho que deixam suas atrações acessíveis, incluindo o Macuco Safári, uma navegação pelas Cataratas.

Bonito (MS)
Bonito é outro destino de ecoturismo que possui atrações adaptadas a deficientes, como o rafting no rio Formoso, o rapel no abismo de Anhumas e a flutuação no Rio Sucuri. Na avenida principal da cidade também há a preocupação com cadeirantes: as calçadas são largas e o piso antiderrapante e regular. Além disso, há faixas de pedestres com sinalizações visuais e táteis.

Brotas (SP)
A cidade conhecida por ser a capital nacional do turismo de aventura também está preparada com atividades adaptadas. Rafting, rapel, arvorismo e tirolesa estão entre as opções.

Maceió (AL)
As opções de hospedagem adaptadas em Maceió são grandes. Além disso, o destino conta com uma jangada especial que leva cadeirantes às piscinas naturais da praia de Pajuçara.

Vai lá

www.turismoadaptado.com.br

http://montanhaparatodos.com.br/

http://www.turismoacessivel.gov.br/ta/index.mtur

www.abeta.org.br

www.aventurasegura.org.br

www.aventuraespecial.org.br

www.avape.org.br

www.abnet.com.br/mtur

www.socorro.sp.gov.br

http://www.icmbio.gov.br/parnaguimaraes/

http://www.cataratasdoiguacu.com.br/parque-nacional-do-iguacu/sobre-o-parque

http://www.turismo.bonito.ms.gov.br/

http://www.brotas.tur.br/

http://www.maceio.al.gov.br/turismo/

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