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Férias de Julho

Aproveite as férias de julho para conhecer alguns Parques Nacionais do Brasil

Com o dólar nas alturas, que tal aproveitar as férias de julho para conhecer alguns dos 72 Parques Nacionais brasileiros? Eles estão presentes em 26 unidades federativas, com exceção de Alagoas, e oferecem uma infinidade de atividades de aventura para os mais diferentes perfis de ecoturistas e esportistas.

Região Sudeste

Na região Sudeste, o destaque vai para a Serra dos Órgãos (RJ), um paraíso para quem gosta de montanhismo. Além da famosa Travessia Petrópolis – Teresópolis, ou “Petrô-Terê”, para os íntimos - que tem uma extensão de 30 km e é um dos trekkings mais bonitos do país. É lá que fica o Dedo de Deus, com algumas vias bem bacanas para escalada em rocha.

Já o Parque Nacional da Serra da Bocaina, que abrange os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, é conhecido por sua Trilha do Ouro, que tem circuitos de trekking que variam de 2 horas a 3 dias. O local também oferece caminhos para mountain bike, banhos em rios e cachoeiras, rafting, observação de aves e até boas ondas para surfe na praia da Caixa d’Aço. Há tantos trechos de serra, em sua parte alta, quanto de litoral, na baixa, além de piscinas naturais, picos, mirantes e flora e fauna típicas da Mata Atlântica.

Outra opção é o Parque Nacional de Itatiaia, na divisa dos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Suas maiores atrações são o Pico das Agulhas Negras e o Maciço das Prateleiras, muito procurados por montanhistas, além das cachoeiras da Poranga, Itaporani e Véu da Noiva e da piscina natural da Maromba.

No Sudeste também se destaca o Caparaó, que fica parte em Minas e parte no Espírito Santo e abriga a terceira montanha mais alta do Brasil, o Pico da Bandeira, com seus 2.892 metros de altitude. Nele é possível deliciar-se com banhos em cachoeiras e piscinas naturais e observar as lindas paisagens da Serra.

Região Sul

Passando para a região Sul, temos o internacionalmente conhecido Parque Nacional de Iguaçu, no Paraná, e o de Aparados da Serra, que fica na parte oriental da divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O primeiro é referência em sustentabilidade, abriga o maior remanescente de floresta Atlântica do Sul do Brasil e tem uma biodiversidade riquíssima, com diversas espécies representativas da fauna – onça-pintada, jacaré-de-papo-amarelo, papagaio-de-peito-roxo e gavião-real - e da flora – peroba-rosa, araticum e araucária. Além disso, há uma infinidade de atividades ao ar livre que podem ser feitas, como caminhadas, rafting, rapel, mountain bike, arvorismo e passeios de barco e caiaque.

Já nos Aparados, a principal atração é o Cânion Itaimbezinho, um dos maiores das Américas, com profundidades que chegam a 700 metros, paredões verticais, fendas estreitas e campos que mesclam Mata Atlântica e florestas de Araucárias. Trata-se de um verdadeiro espetáculo da natureza, que serve de lar para papagaios-de-peito-roxo, jaguatiricas e guaxinins. Lá é possível fazer trekking contemplativo nas três trilhas abertas ao público (Vértice, Cotovelo e Rio do Boi), passeios de bike no planalto e piqueniques.

Região Centro-Oeste

No Centro-Oeste reinam as Chapadas. Na dos Guimarães (MT), há sítios arqueológicos e atrações incríveis como o Mirante do Véu da Noiva, a Cachoeira dos Namorados e a Cidade de Pedra. Os mais aventureiros podem fazer a travessia do Morro de São Jerônimo, com pernoite no abrigo “Casa do Morro”. E na dos Veadeiros (GO), que é um Cerrado em altitude, podem ser encontradas vegetações únicas, centenas de nascentes e cursos d’água, rochas com mais de um bilhão de anos e paisagens de rara beleza, que mudam ao longo do ano. Ali, as principais atividades são caminhadas e banhos em cachoeiras.

Impossível não citar também na região o Parque Nacional Pantanal Matogrossense, que fica em Poconé, na confluência dos rios Paraguai e Cuiabá, no extremo sudoeste do Mato Grosso e na fronteira com o Mato Grosso do Sul e a Bolívia. É um paraíso para ecoturistas, cujas principais atrações são avisamentos de animais e pássaros e passeios de barco.

Região Nordeste

Por sua vez, a região Nordeste é a que tem mais encantos, alguns premiados como os mais bonitos do Brasil e talvez até do mundo. É o caso do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PE), conhecido por suas deslumbrantes praias, como a do Sancho e do Leão. Lá é possível fazer snorkeling na Praia de Atalaia, que é um verdadeiro aquário natural, ou na Baía do Sueste, ao lado de simpáticas tartarugas, pequenos tubarões, polvos, lagostas, raias e uma infinidade de peixes; mergulho autônomo em diversos locais; e passeios de barco na Baía dos Golfinhos, entre outras atividades.

Também merece atenção Jericoacoara (CE), tido como um dos melhores destinos do planeta para a prática de kitesurfe e windsurfe, por seus fortes ventos e lagoas. Lá, não deixe de fazer uma visita à Pedra Furada - um verdadeiro cartão postal -, passeios de canoa pelos manguezais, onde dá para ver cavalos marinhos, e de se maravilhar com as belíssimas praias. Dá, ainda, para surfar, praticar Stand Up Paddle, caminhar em dunas móveis e fazer passeios de buggy, charrete, bicicleta e a cavalo.

Outros Parques Nacionais imperdíveis no Nordeste são o dos Lençóis Maranhenses (MA), famoso por suas gigantescas dunas e lagoas, ideais para contemplação do poder da natureza e também para caminhadas e passeios em veículos 4x4; Chapada Diamantina (BA), que oferece um incrível cenário repleto de montanhas, cachoeiras, animais raros como o tamanduá-bandeira e o tatu-canastra e mais de 50 espécies da flora, com destaque para orquídeas e bromélias; e o Marinho de Abrolhos, primeiro do gênero, criado em abril de 1983 e que representou um marco para a conservação do oceano no país – em suas águas claras de temperatura amena fica uma parte significativa do maior banco de corais e da maior diversidade marinha do Atlântico Sul, e também de berçários de baleias jubarte, além de espécies de tartarugas ameaçadas de extinção, como a de couro, cabeçuda, verde e de pente.

Região Norte

Por fim, os principais Parques Nacionais da região Norte são o da Amazônia (PA), Anavilhanas (AM) e Monte Roraima (RO).

O primeiro fica às margens do rio Tapajós e é um dos melhores lugares do planeta para observação de aves. O segundo tem como objetivo preservar o arquipélago fluvial de Anavilhanas, um dos maiores do mundo, e suas diversas formações florestais – lá dá para fazer passeios de barco, trekking, banhos no rio negro e visitas às comunidades ribeirinhas, em um labirinto de ilhas e águas negras.

Já o do Monte Roraima, na fronteira com a Venezuela e a Guiana, é um local mítico, sonhado por aventureiros. Sua paisagem é composta por savanas, florestas de altitude, rios de forte correnteza e montanhas antiquíssimas, como a própria que dá nome ao parque. Para visitá-lo é necessária autorização prévia do ICMBio.

Foto da Serra da Bocaina

Vai lá:

http://www.icmbio.gov.br

http://www.ibama.gov.br/

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