Adventure Sports Fair deve movimentar R$ 12 mi e atrair 35 mil pessoas até domingo

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A 17ª edição da Adventure Sports Fair, que ocorre no São Paulo Expo até o próximo domingo, tem expectativa de movimentar R$ 12 milhões e atrair 35 mil pessoas. 

Tanto B2C quando B2B, a feira promoveu, em seu primeiro dia, uma ação voltada para os negócios, em parceria com o grupo MMT Gapnet. Direcionado para o trade de turismo, o Seminário MMT Gapnet reuniu mais de 400 agentes de viagens, que puderam conferir as novidades do setor. 

“Acreditamos que, cada vez mais, a experiência do mundo ao ar livre faz parte da vida das pessoas. Então, queremos aproximar os agentes para que eles estejam mais capacitados para oferecer este tipo de produtos para seus clientes”, afirma Sylvio Ferraz, CEO e sócio da MMT Gapnet.

 Na ocasião, representantes da Califórnia, Orlando, Fort Lauderdale, Jamaica, República Dominicana, Peru e Israel, além de Minas Gerais, Costa do Sauípe, Porto de Galinhas e Rio de Janeiro apresentaram as novidades e principais atrações dos destinos, sobretudo as relacionadas ao turismo de aventura. Empresas ligadas ao setor, como Top Deck, Cotação Câmbio e Travel Ace, também contribuíram para a rica troca de experiências.

A Adventure Sports Fair também serviu de palco para o lançamento oficial da World Adventure Society, instituição internacional com sede no Brasil e presença em mais de 30 países. De acordo com seu presidente, Alberto Andrich, a WAS é uma rede global que tem o intuito de promover a aventura como um estilo de vida, baseado nos valores de saúde, responsabilidade, sustentabilidade e inclusão. Aventura, nas palavras de Andrich, é “a inexorável busca pela essência do ser humano”.

Dentre as atrações, estão as pistas de esqui e snowboard e de skate, o tanque de mergulho e a parede de escalada, assim como as atividades externas, como as pistas de test drive off road para motos e carros. 

O mercado de turismo e esportes de aventura no país  conta com 20 milhões de adeptos esporádicos e três milhões de regulares. O segmento rende US$ 345 bilhões por ano no mundo, sendo que só os Estados Unidos têm cerca de 141 milhões de praticantes de atividades que levam a adrenalina às alturas.